Visualizzazione post con etichetta Tex Willer Blog. Mostra tutti i post
Visualizzazione post con etichetta Tex Willer Blog. Mostra tutti i post

sabato 4 ottobre 2025

ARRIBA…GRINGO IV© – LA CONCLUSIONE DELLA SAGA IN BRASILE!! Di WILSON VIEIRA - TEX WILLER BLOG - PORTOGALLO.

 

ARRIBA…GRINGO IV© – A CONCLUSÃO DA SAGA NO BRASIL!! De Wilson Vieira 

“…e num envolvente turbilhão de emoções, o ciclo de histórias em Literatura Western juntamente com o nosso personagem central; o solitário, nômade e sarcástico mestiço cabeludo, intransigente e contumaz bebedor do café brasileiro, com a sua arma secreta letal desaparece, para os seus assíduos leitores, num surpreendente e inesperado final, agora ressurgindo já em distantes terras alagadas, do além-mar, no então definido tropical e enigmático…Brasil Imperial…”

No “Imaginário Popular” o Velho Oeste sempre foi palco para homéricas brigas em saloons, sangrentos duelos em ruas desertas, com também ataques selvagens de peles vermelhas; sempre distinguindo o homem bom (da lei) do homem feio (fora da lei) e do homem ruim (índio) ou simplesmente transformando-os em lendários personagens.

Graças a máquina fantasiosa “Hollywoodiana” em imagens, desde o seu início (1911), onde os personagens eram explicitamente criados, caracterizados e exagerados; sublinhando assim muito bem, o caráter e a posição deles na sociedade e o que pensavam e imaginavam daqueles tempos.


E nunca esqueçamos, que as lendas e mitos serão sempre maiores, do que a própria História, em cada parte do mundo.

Mas, os historiadores contestam os dramas, e o heroísmo exagerados, negando, tanto o aspecto bárbaro quanto a missão civilizadora, porque suas críticas não podem se radicalizarem na objetividade, entre a Lenda e Realidade sobre o Velho Oeste Americano e seus personagens e fatos, absolutamente.

A conquista do Velho Oeste foi, antes de tudo, uma obra de imigrantes pobres, trabalhadores braçais, inegavelmente.

Lá não importava a condição social, nem os títulos de nobreza; cada um contava com as próprias capacidades de sobrevivência, no miserável e realista dia a dia.

Era uma época na realidade, onde a linha ambígua fina e empoeirada que separava; o bom, do ruim, na maioria das vezes rompia-se.

Principalmente durante e após a Guerra Civil Americana!

Foi um tempo cruel; sem heroísmo ou covardia.

Pois a guerra, verdadeiramente estraçalha a alma do homem que sobreviveu às suas atrocidades!

O personagem foi criado por Wilson Vieira nos anos 80, inicialmente como uma série de histórias em quadrinhos e o primeiro a ser publicado foi “Gringo o Escolhido©” porém limitava o leitor entender sua complexa personalidade em poucas páginas de cada álbum; o autor decidiu então transformar tudo, nos anos seguintes o que já havia escrito em roteiros para a literatura, dando assim a cada leitor a liberdade de imaginação e maior compreensão realística sobre o caráter do mestiço cabeludo, na época em que viveu.

GRINGO© em suas narrativas, é a mistura explosiva da escrita crua de Cormac McCarthy, com as imagens e personagens/realistas/factíveis de Sergio Leone.

É a verdadeira imagem do homem sobrevivente no Selvagem Oeste do pós-guerra.

Começa aqui uma aventura, descrita numa época selvagem, onde a “Lei” era simplesmente uma palavra insignificante e na terra bruta, onde a arma tornava-se evidentemente, a única justiça possível, juntamente com a astúcia e escolhas pessoais…certas ou errradas, de cada homem.

É uma leitura impactante entre a ficção e a realidade histórica; em 4 livros contendo 1228 páginas.

Um verdadeiro Western realístico, revisitado e redefinido; pois o Far West não se restringia somente aos cowboys, aliás muito pelo contrário.

Acompanhe o personagem em sua solitária e incessante cavalgada, neste ambiente hostil, enquanto ele ainda está vivo!

Um mestizo sem nome…arriba…GRINGO!

Wilson Vieira é o primeiro ensaísta, roteirista e escritor brasileiro a publicar uma Tetralogia Literária Western em seu País.

“Gringo é uma leitura densa e épica; o Selvagem Velho Oeste está muito bem representado, nestes livros, em todos os seus aspectos. Apresentando-nos um mundo realista, palpável e brutal, uma visão mais crua, porém crível no sentido mais amplo do termo!!”

Red Dragon Publisher/Livros/Quadrinhos – Brasil.


Gringo – vol. I (2018)- Capa – Marcos Martins – 284 páginas.

Gringo – vol. II (2022)- Capa – Fred Macêdo – 284 páginas.

Gringo – vol. III (2024)- Capa – Fred Macêdo – 326 páginas.

Gringo – vol. IV (2024)- Capa – Fred Macêdo – 334 páginas.

Logo - Alex Magnos.

By Wilson Vieira.


Who is Wilson Vieira!?
Historian:
Vieira is known for his expertise in the history of the American frontier, which he has studied and documented extensively.
Writer:
He has written numerous articles and insights on the history of the West, focusing on the characters, peoples, and cultural aspects of that period.
Il personaggio GRINGO© è stato creato da Wilson Vieira, un autore brasiliano di fumetti e storico del western, e compare in una serie di libri western e fumetti.
GRINGO è un personaggio meticcio che vive le sue avventure durante la Guerra di Secessione americana.

Wilson Vieira è l'autore della serie western letteraria intitolata Gringo, che racconta le avventure di un personaggio meticcio durante la Guerra di Secessione americana.
Vieira è un fumettista e scrittore brasiliano, noto per essere il primo scrittore del suo paese ad aver creato una tetralogia letteraria western.






venerdì 14 maggio 2010

Il PICCOLO RANGER - by VIEIRA - 1979 - 1980 - 1981 - 1984 - 2012

Cangaceiros Homens de Couro: An Epic Adventure in the Brazilian Backlands
Get ready for a thrilling journey through the Brazilian backlands with the book "Cangaceiros Homens de Couro" by Wilson Vieira. In this work, you will be transported to a world of bravery, loyalty, and endurance, where the cangaceiros reign supreme.

A Story of Courage and Resistance
The story takes place in the early 20th century, when the northeastern backlands were a region marked by poverty, drought, and violence. Amidst this desolate landscape, a group of men and women emerge who defy adversity and fight for justice and freedom: the cangaceiros.

Remarkable and Charismatic Characters
The book presents a gallery of unforgettable characters, each with their own motivations and life stories. Among them are Lampião, the charismatic leader of the gang; Maria Bonita, his faithful companion; and Corisco, the ruthless cangaceiro.

Breathtaking Adventure and Action
"Cangaceiros Homens de Couro" is a breathtaking adventure, packed with thrilling action scenes and surprising twists. Get ready to follow the cangaceiros on their daring raids, facing off against gunmen, police, and even the forces of nature.

A Window into Brazilian History
Besides being a compelling work of fiction, "Cangaceiros Homens de Couro" is also a window into Brazilian history. The book faithfully portrays the social and political context of the time, showing how the cangaceiros became symbols of resistance and hope for the people of the Northeast.











 












                                                                                 
                                                                                 












l Piccolo Ranger n. 1, 1963 
Da dicembre 1963 queste strisce vengono ristampate nel classico formato a quaderno, detto bonelliano, fino a pagina 39 del n. 97 (dicembre 1971), dopo di che il mensile pubblica materiale inedito fino alla chiusura della collana, avvenuta con il n. 255 del febbraio 1985. Ad Andrea Lavezzolo e Sergio Bonelli, nella stesura dei testi si affianca Decio Canzio, con il quale si alternano Giancarlo Berardi, Raffaele Cormio, Giorgio Pezzin, Marcello Toninelli ed Ennio Missaglia, oltre ad Andreina Repetto, Alfredo Saio e Luigi Naviglio che con me formano il team di sceneggiatori dello Staff di If. Per i disegni, oltre a Francesco Gamba e Birago Balzano, contribuiscono Pietro Gamba, Franco Bignotti, Lina Buffolente, Erminio Ardigò, Luigi Merati, Giuseppe Montanari e Ernesto Grassani, oltre allo Staff di If (Giancarlo Colombo, Wilson Vieira, Carlo Leone,  Benito Naselli, Pierino Del Prete, Giovanni Crivello e Gabriella Molisso). By Gianni Bono
* Casa Editrice Altamira (SBE)
* Illustrazioni/Tavole - Wilson Vieira
Staff di IF - Rivista IF Immagini e Fumetti #15/16 

FUI O PRIMEIRO E ÚNICO QUADRINHISTA BRASILEIRO DESENHAR UM PERSONAGEM BONELLI: IL PICOLLO RANGER.

SONO STATO IL PRIMO ED UNICO DISGNATORE A FUMETTI BRASILIANO A DISEGNATORE UN PERSONAGGIO BONELLI: IL PICOLLO RANGER.

I WAS THE FIRST AND ONLY BRAZILIAN COMIC DRAWER TO DRAW A BONELLI CHARACTER: THE LITTLE RANGER.

* Gli albi del Cow-boy #198 (Daim Press) - tavola 68 - Prove - La peste africana 

* Gli albi del Cow-boy #206 - Il mistero del tempio (Daim Press) - Carovane combattenti
* Gli albi del Cow-Boy #207 - Tragica magia (Daim Press) - Tragica Magia
* Gli albi del Cow-Boy #250 - Senza pietà (Daim Press) - Terra di confine
* Gli albi del Cow-boy #251 - Il re della frontiera (Daim Press) - Terra di confine

Disegni - Wilson Vieira - (Staff di IF)
Inchiostro - Benito Naselli - (Staff di IF)
Pubblicati in Italia - 1980 - 1981 - 1984
Riedizione Originale - Edizioni IF - 2012 

Wilson Vieira è un autore brasiliano noto per la sua lunga carriera come fumettista e illustratore, che ha lavorato anche in Italia negli anni '70, disegnando per editori come la Bonelli e realizzando storie per personaggi come Diabolik, Tarzan e l'Uomo Ragno. Dopo essere tornato in Brasile nel 1980, ha continuato a insegnare, tradurre fumetti e creare le sue opere, come la saga brasiliana "Cangaceiros - Homens de Couro".
Carriera e Opere
Lavori in Italia:
Vieira ha lavorato in Italia dal 1973 al 1980, collaborando con lo Studio Staff di IF, disegnando per publisher italiani e stranieri.
Fumetti e Personaggi:
Ha contribuito alla realizzazione di storie per personaggi molto noti come Piccolo Ranger, Diabolik, Tarzan, L'Uomo Ragno, Hondo, Davy Crockett ed El Tigre.
Periodici:
Ha anche collaborato con riviste come Il Monello e Intrepido.
Ritorno in Brasile:
Una volta tornato in Brasile, ha iniziato ad insegnare storia dell'arte e fumetti.
Opere Personali:
Nel 2000, ha creato la saga brasiliana Cangaceiros - Homens de Couro (disegnata da Eugenio Colonnese) e la miniserie western Gringo.
Traduzioni:
Ha tradotto anche molti episodi del fumetto italiano Ken Parker per il mercato brasiliano.







Formou-se profissionalmente na década de 70, na Itália, no Staff IF (nome usado para identificar um grupo de autores que eram liderados pelo Estúdio IF - Imagens & Quadrinhos de Gianni Bono).

Si è formato professionalmente negli anni '70, in Italia, presso lo Staff di IF (nome utilizzato per individuare un insieme di autori che faceva capo allo Staff di IF - Immagini & Fumetti di Gianni Bono).

He trained professionally in the 70s, in Italy, at the IF Staff (name used to identify a group of authors who were headed by Studio IF - Images & Comics by Gianni Bono
)


                                                                             

  








 













* Grazie tante mio caro amico Jose Carlos Francisco (Zeca) - Tex Willer Blog - Portogallo

ifedizioni.it/if/index.php?option=com_content&view=article&id=135:il-piccolo-ranger&catid=34


 




STAFF DI IF - GENOVA - IF IMMAGINI E FUMETTI - PERIODICO TRIMESTRALE N. 15/16 - DICEMBRE 1980

Un consistente gruppo di professionisti operante nel settore dell'imagine disegnata e fumetti creato da Gianni Bono nel 1973. 
Collabora con varie Case editrici italiane e straniere riprendendo gli stili più diversi sia nel genere realistico che comico. 
Per la Daim Press scrive varie storie di ZAGOR e disegna alcuni episodi de IL PICCOLO RANGER, MISTER NO, MARTIN MYSTÈRE, DYLAN DOG, TEX e ZONA X
Dal 1982 è nutrita la produzione per i periodici Disney. 

ELENCO DETTAGLIATO DEI COMPONENTI  

Gianni Bono - coordinatore
Raffaella Tedde - amministratrice
Stefania Medicina - segretaria

SCENEGGIATORI  

Mirko Beccio
Sestino Aurelio
Gina Carelli
Mariella Carpinello
Enrico Demme
Luigi Naviglio
Andreina Repetto
Alfredo Saio
Claudia Salvatore
Gustavo Sponselli

MATITE   

Eliana Bondi
Giancarlo Colombo
Giovanni Crivello
Milena de Amoli
Lucio de Giuseppe
Gino Esposito
Alberto Gnudi
Carlo Leone
Filipo Libertà
Carlo Moggia
Gabriela Molisso
Roberto Revello
Alessandro Sisti
Cinzia Torti
Wilson Vieira - Citato come un autore Bonelliano (Il Piccolo Ranger) su Foto di Famiglia (293 autori del fumetto Bonelliano) di Gianni Bono, sul numero 172 di Tex Almannacco West, anno 1994. 

INCHIOSTRATORI  

Augusto Chizzoli
Vittorio Coliva
Danilo de Ferrari
Erminio Ardigò
Pierino del Prete
Domenico Marino
Luciano Santo Milano
Paolo Montan
Benito Naselli
Andrea Rocuzzo
Marcello Toninelli
Vittorio Colliva 

LETTERING 

Anna Bassino
Aida Calello
Claudio Lanza

COLORISTI  

Dino Buset
Filomena del Prete
Grabriella Grisanti
Primo Marcarini
Claudio Strada

PER CHI HANNO LAVORATO   

Altamira - Il piccolo ranger
Ampatoys - Scatole per biciclette super-eroi
Arnoldo Mondadori Editore - Supergulp - LIBRI TV - Octopus sfida L'Uomo Ragno  
Aster - Diabolik
Bassetti - Lenzuola e asciugamani
Cartorama - Quaderni Uomo Ragno
Casa Editrice Dardo - Supereroica - Uomini e Guerra
Casa Editrice Universo - Bliz - Albo - Il Monello - Intrepido
Ediperiodici - Oltretomba - Terror - Terrorblù
Editoriale Corno - Alan Ford - Eureka - Maxmagnus
Editrice Cenisio - La Furia del West - Silvestro - Tarzan
Eura Editoriale - Lanciostory - Skorpio
Malipiero - Puzzle e trasferibili
Nuova Vallecchi - Silvestro - Tarzan
Rizzoli Editore - I grandi manuali - L'Uomo Ragno  
Sagedition -  Eclair - Sandokan - Tarzan



GUIDA AL FUMETTO   TESTATE   PICCOLO RANGER (2) IL PICCOLO RANGER

Gli Albi del Cow-Boy
PICCOLO RANGER (2) IL PICCOLO RANGER

  • Dati
  • Note
  • Titoli
  • Extra
La testata ristampa in maniera cronologica tutte le avventure del PICCOLO RANGER apparse nel formato striscia, fino a pag. 39 del n. 97, dicembre 1971. Da pag. 40 del medesimo numero le storie sono inedite. Avventure inedite compaiono anche intercalate tra i primi 97 numeri. Nel 1972 l’editore ristampa anastaticamente i primi trenta albi che si distinguono per la carta diversa e quindi per un differente risultato dei colori. I nn. 1/6 della ristampa sono a dorso quadro anziché spillati come gli originali. Il n. 100 (marzo 1972) è a colori.
Testi di: Andrea Lavezzolo (nn. 1/16, 19/111, 113/115), Sergio Bonelli (Guido Nolitta) (nn. 14/19, 28/29, 253/255), Decio Canzio (nn. 111/113, 115/166, 171/174, 176/178), Giancarlo Berardi (nn. 167/169), Raffaele Cormio (nn. 170/171, 194/195), Giorgio Pezzin (nn. 171, 175/176, 179/193, 196/200, 202/204, 209/213, 222/225, 228/231, 233/235, 237/238, 240/241, 243/245, 247/248, 252/253), Marcello Toninelli (nn. 216/219, 225/227, 231/233), Ennio Missaglia (nn. 238/240, 242/243, 249/250), Staff di IF (Andreina Repetto, Alfredo Saio, Luigi Naviglio) (nn. 190, 200/201, 204/209, 213/216, 219/222, 235/236, 245/247, 250/251).
Disegni di Francesco Gamba (nn. 1/61, 66/69, 71/79, 84/86, 88/89, 95/98, 100/102, 105/109, 112/115, 121/123, 125/126, 129/130, 134/136, 138/140, 142/143, 146/147, 149/151, 156/159, 163/166, 171/174, 176/178, 182/184, 188/190, 197/198, 216/219, 225/227, 229/231, 233/235, 238/204, 243/245, 247/248, 253/255), Pietro Gamba (nn. 154/156), Birago Balzano (nn. 61/65, 67/68, 70/71, 82/84, 86/87, 92/94, 97/99, 102/104, 109/111), Franco Bignotti (nn. 65/66, 69/70, 79/81, 89/91, 115/119, 123/125, 131/132), Lina Buffolente (nn. 117/118, 120/121, 127/128, 132/134, 140/142, 144/146, 152/154, 161/163, 167/169, 175/176, 179/180, 184/185, 187/188, 195/197, 200/201, 209/211, 227/229, 235/238, 240/241, 249/250, 252/253), Erminio Ardigò (nn. 137/138, 148/149, 159/161, 193/195, 199/200, 203/204), Luigi Merati (nn. 170/171, 180/182, 185/187, 202/203, 211/213, 242/243), Studio Montanari (Ernesto Grassani, Giuseppe Montanari) (nn. 190/193, 204/206, 222/225, 231/233) e Staff di IF (Giancarlo Colombo, Pierino del Prete, Carlo Leone, Giovanni Crivello, Gabriella Molisso, Wilson Vieira) (nn. 206/209, 213/215, 219/222, 245/247, 250/251).
Copertine di Franco Donatelli (Frank Donat) (nn. 1/100, 101/104, 107, 110/112, 116/118, 120/145), Bruno Faganello (nn. 101, 106, 108/109, 113/115, 119), Luigi Corteggi (nn. 146/185) e Francesco Gamba (nn. 186/255).
Creazione scheda: Gianni Bono, 25/04/2015




domenica 31 gennaio 2010

L'ALFABETO DEL VECCHIO WEST© - DATABASE


*TEX WILLER BLOG - PORTOGALLO 
L'Alfabeto del Vecchio West© - Dalla A alla Z
Creazione, autore, testo: Wilson Vieira
Revisione, adattazione, editorazione: Jose Carlos Francisco
Il primo DATABASE OnLine luso-brasiliano inedito e esclusivo sul Far West
Inizio 2010 - Fine 2012 - pubblicato in Portogallo
texwillerblog.com/wordpress/?cat=202 - Dalla A alla Z  

Caros Leitores – Geograficamente falando, como sabem o território dos Estados Unidos da América pode ser dividido em três zonas:
1- O Leste, ou seja, a faixa costeira Atlântica delimitada a ocidente pelas cadeias montanhosas de Allegheny e Apalaches.
2- O Oeste, ou seja, o planalto central ocupado inteiramente pela bacia hidrográfica do Mississipi-Missouri e caracterizado, principalmente em sua parte ocidental, pela imensa vastidão de planícies.
3- E o Far West, ou seja, a região que compreende as Montanhas Rochosas e suas vertentes ocidentais que deslizam para o Oceano Pacífico. Tais configurações geográficas são importantes, para compreendermos bem o desenvolvimento histórico da colonização da América do Norte; a faixa costeira Atlântica foi logicamente a primeira a ser dominada pelos Europeus e por ela surgiram os primeiros vilarejos e as primeiras cidades (1600 e 1700), depois, (início de 1800), o grande planalto central foi, não só atravessado, como colonizado, enquanto que os pioneiros erroneamente o consideraram inapto para a cultivação e preferiram seguir para o Far West, ou seja, o Oregon e a Califórnia. Na segunda metade do século, finalmente também foi retomado o imenso planalto, deixado por tanto tempo antes aos índios e bisontes, transformando-se em objectivo de emigrantes, que lá se estabeleceram e colonizaram. Isso deverá ser recordado, para estabelecer dois conceitos, geralmente confusos. 1- Aquele de “fronteira”. 2- Aquele de “conquista” do West. De facto, desde que núcleos de colonizadores ingleses estabeleceram-se na Virgínia em 1620, a vida dura de fronteira, foi para os predecessores brancos uma realidade quotidiana, com todos os percalços e perigos que ela representava; principalmente a hostilidade natural dos índios nativos diante dos cruéis invasores. Ao contrário, com a expressão “conquista” do West, entende-se somente aquele movimento de massa humana, que teve início nos primeiros anos de 1800 e avançou além das fronteiras, pelas cadeias de montanhas, até o vale do Mississipi e depois, foi até à costa do Pacífico; nesse sentido a “conquista” do West não é mais que, o último período da história da fronteira americana. Sendo assim, para esmiuçar o passado americano, que tanto nos fascina, apresento com imensa satisfação  O ALFABETO DO VELHO OESTE
© – propondo esse database western básico, narrado a verbetes, em ordem alfabética, os pormenores sobre tal época. Projecto online penso, pioneiro tanto em Portugal, quanto no Brasil, estimulado a publicá-lo, através do amigo entusiasta José Carlos Francisco (Zeca), o qual me ofereceu generosamente o espaço, neste já renomado Blogue e aceitei. Será um trabalho longo e árduo admito, porém prazeroso, onde a cada letra específica, o amigo leitor encontrará uma variedade de descrições relativas a ela, num período onde homens, mulheres, animais, geografia e clima, entrelaçavam-se na batalha árdua do quotidiano em busca da sonhada sobrevivência - o Velho Oeste
  1. O irrepreensível e gigantesco trabalho de Wilson Vieira entregando, praticamente, um grande livro com verbetes explicando e referenciando todos os termos relacionados ao velho oeste, no ALFABETO DO VELHO OESTE©, uma das seções do Tex Willer Blog. Foi um trabalho de cerca de dois anos, postando, a cada atualização, letra a letra, os verbetes. Merecia virar livro.
  2. Fábio Luis Rockenbach, jornalista, especialista em cinema e professor na Faculdade de Artes e Comunicação da UPF-RS. Trabalhou em jornal impresso como editor de cultura e crítico de cinema e foi editor do extinto site de crítica colaborativa Cinefilia.net. Coordena o Núcleo de Estudos em Cinema na UPF e se dedica ao estudo da análise fílmica, interpretação e teoria do cinema.





BRAZILIAN AUTHOR – WILSON VIEIRA - SELECTED BRAZILIAN AND INTERNATIONAL PUBLICATIONS - 1973 - 2026...

  VOCÊ ME CONHECE PROFISSIONALMENTE...EM QUADRINHOS E LIVROS DE VERDADE!? TENHO A CERTEZA DE QUE NÃO!! MI CONOSCI DAVVERO...NEI FUMETTI E NE...